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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024
7 Dicas Para Uma Vida Saudável ‐ Vamos começar?
terça-feira, 7 de novembro de 2023
Anvisa alerta sobre falsificação dos medicamentos Tysabri® e Ozempic®
A Anvisa publicou a medida preventiva (Resolução - RE 3.874/2023)
Por Anvisa 06/11/2023
A Anvisa alerta os profissionais de saúde e a população sobre a identificação de lotes falsificados dos medicamentos Tysabri® (natalizumabe) e Ozempic® (semaglutida).
O Tysabri é indicado para tratamento de esclerose múltipla. Já o Ozempic é utilizado para tratar adultos com diabetes tipo 2.
Falsificação do medicamento Tysabri®, lote FF00336, validade 01/2026
A empresa detentora do registro, Biogen Brasil Produtos Farmacêuticos Ltda., comunicou à Anvisa sobre a identificação, no Brasil, do produto biológico falsificado Tysabri® (natalizumabe), lote FF00336, válido até 01/2026.
O referido lote foi produzido apenas para fins institucionais, e não comerciais, e possui características divergentes das constantes no medicamento original, como:
- erros de ortografia do endereço da empresa responsável pela importação e distribuição do produto no país;
- diferença na cor da faixa laranja e azul da embalagem;
- formatação das letras;
- ausência da inscrição em braille na embalagem.
A Anvisa publicou a medida preventiva (Resolução - RE 3.874/2023), que determina a apreensão e a proibição de comercialização, distribuição e uso do produto falsificado.
Falsificação do medicamento Ozempic®, lote LP6F832, validade 11/2025
A Anvisa recebeu comunicado da empresa responsável pelo produto biológico Ozempic® (semaglutida) – Novo Nordisk Farmacêutica do Brasil Ltda. – sobre a presença de unidades, no mercado brasileiro, do lote LP6F832, válido até 11/2025.
O lote não é considerado válido pela empresa e se trata, portanto, de produto falsificado.
A Agência publicou a medida preventiva (Resolução - RE 3.945/2023), que determina a apreensão e a proibição de comercialização, distribuição e uso do medicamento falsificado.
Orientações gerais à população e aos profissionais de saúde
A Anvisa orienta que a população e os profissionais de saúde somente adquiram medicamentos em estabelecimentos devidamente regularizados, sempre na embalagem completa (dentro da caixa) e com nota fiscal.
Em caso de identificação de unidades dos medicamentos com suspeita de falsificação, a população ou os profissionais de saúde não devem utilizar o produto e devem entrar em contato com as empresas detentoras do registro desses produtos, para verificar sua autenticidade.
Além disso, o fato deve ser comunicado imediatamente à Anvisa, preferencialmente por meio do sistema Notivisa (no caso de profissional de saúde) ou por meio do sistema da Ouvidoria, utilizando a plataforma FalaBR (no caso de pacientes).

A Anvisa alerta os profissionais de saúde e a população sobre a identificação de lotes falsificados dos medicamentos Tysabri® (natalizumabe) e Ozempic® (semaglutida).
O Tysabri é indicado para tratamento de esclerose múltipla. Já o Ozempic é utilizado para tratar adultos com diabetes tipo 2.
Falsificação do medicamento Tysabri®, lote FF00336, validade 01/2026
A empresa detentora do registro, Biogen Brasil Produtos Farmacêuticos Ltda., comunicou à Anvisa sobre a identificação, no Brasil, do produto biológico falsificado Tysabri® (natalizumabe), lote FF00336, válido até 01/2026.
O referido lote foi produzido apenas para fins institucionais, e não comerciais, e possui características divergentes das constantes no medicamento original, como:
- erros de ortografia do endereço da empresa responsável pela importação e distribuição do produto no país;
- diferença na cor da faixa laranja e azul da embalagem;
- formatação das letras;
- ausência da inscrição em braille na embalagem.
A Anvisa publicou a medida preventiva (Resolução - RE 3.874/2023), que determina a apreensão e a proibição de comercialização, distribuição e uso do produto falsificado.
Falsificação do medicamento Ozempic®, lote LP6F832, validade 11/2025
A Anvisa recebeu comunicado da empresa responsável pelo produto biológico Ozempic® (semaglutida) – Novo Nordisk Farmacêutica do Brasil Ltda. – sobre a presença de unidades, no mercado brasileiro, do lote LP6F832, válido até 11/2025.
O lote não é considerado válido pela empresa e se trata, portanto, de produto falsificado.
A Agência publicou a medida preventiva (Resolução - RE 3.945/2023), que determina a apreensão e a proibição de comercialização, distribuição e uso do medicamento falsificado.
Orientações gerais à população e aos profissionais de saúde
A Anvisa orienta que a população e os profissionais de saúde somente adquiram medicamentos em estabelecimentos devidamente regularizados, sempre na embalagem completa (dentro da caixa) e com nota fiscal.
Em caso de identificação de unidades dos medicamentos com suspeita de falsificação, a população ou os profissionais de saúde não devem utilizar o produto e devem entrar em contato com as empresas detentoras do registro desses produtos, para verificar sua autenticidade.
Além disso, o fato deve ser comunicado imediatamente à Anvisa, preferencialmente por meio do sistema Notivisa (no caso de profissional de saúde) ou por meio do sistema da Ouvidoria, utilizando a plataforma FalaBR (no caso de pacientes).
Referência: https://site.cff.org.br/noticia/Noticias-gerais/06/11/2023/anvisa-alerta-sobre-falsificacao-dos-medicamentos-tysabri-e-ozempic-
sexta-feira, 11 de agosto de 2023
Salada pronta pré-higienizada pode ter bactérias causadoras de doenças
Revisão de estudos sobre vegetais minimamente processados compila casos de segurança microbiológica insatisfatória e destaca importância de boas práticas na cadeia produtiva
Por Ricardo Muniz | Agência FAPESP-10/08/2023 15h34 Atualizado há 22 horas
Salada pronta pré-higienizada pode conter bactérias causadoras de doenças, aponta artigo — Foto: Freepik
Trabalho publicado na revista Foods compilou vários estudos que avaliaram vegetais minimamente processados (VMPs), também conhecidos como vegetais frescos higienizados, em busca da presença de microrganismos indicadores de falta de higiene ou causadores de doenças. O foco da maioria dos trabalhos tem sido a detecção das bactérias Escherichia coli, principal indicador de contaminação fecal, Salmonella spp. e Listeria monocytogenes, com taxas de prevalência variando de 0,7% a 100%, 0,6% a 26,7% e 0,2% a 33,3%, respectivamente.
O artigo também aborda surtos de origem alimentar associados ao consumo de vegetais frescos no Brasil entre 2000 e 2021. “Embora não haja informações sobre se eram consumidos in natura ou minimamente processados, os dados evidenciam a necessidade de medidas de controle para garantir produtos com qualidade e segurança aos consumidores”, apontam os autores.
O consumo regular de vegetais desempenha um papel importante na nutrição humana por seu teor de vitaminas, minerais e fibras. “Com a correria do dia a dia, cada vez mais pessoas procuram opções saudáveis e de preparo rápido. Nesse sentido, os VMPs têm ganhado destaque no mercado mundial. Por outro lado, vegetais frescos, incluindo os minimamente processados, têm sido frequentemente associados a doenças de origem alimentar, o que gera preocupação”, observa Daniele Maffei, professora do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP) e coautora do artigo.
“Os VMPs passam pela etapa de desinfecção na indústria, mas estudos demonstram a possibilidade de falhas que podem colocar em risco a saúde dos consumidores. É preciso um controle rigoroso para evitar falhas no processo e a ocorrência de contaminação cruzada”, acrescenta Maffei, que integra a equipe do Centro de Pesquisa em Alimentos (FoRC), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP.
Cortados, higienizados e vendidos em embalagens fechadas, os VMPs são comercializados “prontos para consumo”, possibilitando o preparo mais rápido das refeições e a redução de desperdício, visto que costumeiramente todo conteúdo é utilizado de uma só vez. Como geralmente são ingeridos crus, a forma de assegurar a eliminação de microrganismos causadores de doenças inclui o uso de sanitizantes como o cloro na água de lavagem. “As indústrias produtoras têm a responsabilidade de disponibilizar no mercado produtos com qualidade e segurança microbiológica, implementando medidas de controle ao longo do processamento. Embora lavar novamente o produto em casa possa ser considerado desnecessário, alguns consumidores podem optar por fazê-lo para reforçar a segurança”, diz a autora.
No contexto do estudo, o termo “minimamente processado” refere-se ao uso de um ou mais métodos, técnicas ou procedimentos para transformar alimentos derivados de plantas em produtos prontos para consumo (ready-to-eat, RTE) ou prontos para cozinhar (ready-to-cook, RTC) com uma vida útil prolongada, mantendo a mesma qualidade nutricional e organoléptica (sensorial) dos vegetais frescos. Em geral, os VMPs podem ter uma vida útil que varia de alguns dias a duas semanas, dependendo de vários fatores, como tipo e qualidade dos vegetais frescos, método de processamento, tipo de embalagem, condições de armazenamento e presença de microrganismos deteriorantes. Quando realizado de acordo com as boas práticas de fabricação, o processamento mínimo retarda a perda de nutrientes e alterações indesejáveis na textura, cor, sabor e aroma dos vegetais, além da deterioração microbiana. Uma grande variedade de vegetais pode ser processada, incluindo folhas verdes (por exemplo, rúcula, alface e espinafre), vegetais crucíferos (como brócolis e couve-flor), tubérculos (cenoura, beterraba etc.) e pepinos.
No Brasil, o mercado dos VMPs teve início na década de 70, com a expansão das redes de fast-food. Desde o período, a presença desses produtos nos supermercados e hortifrútis tem sido cada vez maior, ainda que o processamento torne o produto mais caro: costuma custar pelo menos o dobro quando comparado ao produto in natura.
“Como o crescimento do mercado de VMPs é uma tendência no Brasil, torna-se essencial a implementação de legislações específicas para regulamentar a forma como são produzidos e vendidos”, diz Maffei, que se dedica à pesquisa dessa área desde 2012 e publicou vários artigos avaliando os riscos microbiológicos associados a esses produtos (em periódicos como Letters in Applied Microbiology, Food Research International e Journal of the Science of Food and Agriculture).
Além de Maffei, assinam o artigo Jéssica Finger, Isabela Santos, Guilherme Silva, Mariana Bernardino e Uelinton Pinto. A pesquisa envolveu as faculdades de Ciências Farmacêuticas e de Saúde Pública da USP.
O artigo Minimally Processed Vegetables in Brazil: An Overview of Marketing, Processing, and Microbiological Aspects pode ser lido em: www.mdpi.com/2304-8158/12/11/2259.
Por Ricardo Muniz | Agência FAPESP-10/08/2023 15h34 Atualizado há 22 horas
Salada pronta pré-higienizada pode conter bactérias causadoras de doenças, aponta artigo — Foto: FreepikTrabalho publicado na revista Foods compilou vários estudos que avaliaram vegetais minimamente processados (VMPs), também conhecidos como vegetais frescos higienizados, em busca da presença de microrganismos indicadores de falta de higiene ou causadores de doenças. O foco da maioria dos trabalhos tem sido a detecção das bactérias Escherichia coli, principal indicador de contaminação fecal, Salmonella spp. e Listeria monocytogenes, com taxas de prevalência variando de 0,7% a 100%, 0,6% a 26,7% e 0,2% a 33,3%, respectivamente.
O artigo também aborda surtos de origem alimentar associados ao consumo de vegetais frescos no Brasil entre 2000 e 2021. “Embora não haja informações sobre se eram consumidos in natura ou minimamente processados, os dados evidenciam a necessidade de medidas de controle para garantir produtos com qualidade e segurança aos consumidores”, apontam os autores.
O consumo regular de vegetais desempenha um papel importante na nutrição humana por seu teor de vitaminas, minerais e fibras. “Com a correria do dia a dia, cada vez mais pessoas procuram opções saudáveis e de preparo rápido. Nesse sentido, os VMPs têm ganhado destaque no mercado mundial. Por outro lado, vegetais frescos, incluindo os minimamente processados, têm sido frequentemente associados a doenças de origem alimentar, o que gera preocupação”, observa Daniele Maffei, professora do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP) e coautora do artigo.
“Os VMPs passam pela etapa de desinfecção na indústria, mas estudos demonstram a possibilidade de falhas que podem colocar em risco a saúde dos consumidores. É preciso um controle rigoroso para evitar falhas no processo e a ocorrência de contaminação cruzada”, acrescenta Maffei, que integra a equipe do Centro de Pesquisa em Alimentos (FoRC), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP.
Cortados, higienizados e vendidos em embalagens fechadas, os VMPs são comercializados “prontos para consumo”, possibilitando o preparo mais rápido das refeições e a redução de desperdício, visto que costumeiramente todo conteúdo é utilizado de uma só vez. Como geralmente são ingeridos crus, a forma de assegurar a eliminação de microrganismos causadores de doenças inclui o uso de sanitizantes como o cloro na água de lavagem. “As indústrias produtoras têm a responsabilidade de disponibilizar no mercado produtos com qualidade e segurança microbiológica, implementando medidas de controle ao longo do processamento. Embora lavar novamente o produto em casa possa ser considerado desnecessário, alguns consumidores podem optar por fazê-lo para reforçar a segurança”, diz a autora.
No contexto do estudo, o termo “minimamente processado” refere-se ao uso de um ou mais métodos, técnicas ou procedimentos para transformar alimentos derivados de plantas em produtos prontos para consumo (ready-to-eat, RTE) ou prontos para cozinhar (ready-to-cook, RTC) com uma vida útil prolongada, mantendo a mesma qualidade nutricional e organoléptica (sensorial) dos vegetais frescos. Em geral, os VMPs podem ter uma vida útil que varia de alguns dias a duas semanas, dependendo de vários fatores, como tipo e qualidade dos vegetais frescos, método de processamento, tipo de embalagem, condições de armazenamento e presença de microrganismos deteriorantes. Quando realizado de acordo com as boas práticas de fabricação, o processamento mínimo retarda a perda de nutrientes e alterações indesejáveis na textura, cor, sabor e aroma dos vegetais, além da deterioração microbiana. Uma grande variedade de vegetais pode ser processada, incluindo folhas verdes (por exemplo, rúcula, alface e espinafre), vegetais crucíferos (como brócolis e couve-flor), tubérculos (cenoura, beterraba etc.) e pepinos.
No Brasil, o mercado dos VMPs teve início na década de 70, com a expansão das redes de fast-food. Desde o período, a presença desses produtos nos supermercados e hortifrútis tem sido cada vez maior, ainda que o processamento torne o produto mais caro: costuma custar pelo menos o dobro quando comparado ao produto in natura.
“Como o crescimento do mercado de VMPs é uma tendência no Brasil, torna-se essencial a implementação de legislações específicas para regulamentar a forma como são produzidos e vendidos”, diz Maffei, que se dedica à pesquisa dessa área desde 2012 e publicou vários artigos avaliando os riscos microbiológicos associados a esses produtos (em periódicos como Letters in Applied Microbiology, Food Research International e Journal of the Science of Food and Agriculture).
Além de Maffei, assinam o artigo Jéssica Finger, Isabela Santos, Guilherme Silva, Mariana Bernardino e Uelinton Pinto. A pesquisa envolveu as faculdades de Ciências Farmacêuticas e de Saúde Pública da USP.
O artigo Minimally Processed Vegetables in Brazil: An Overview of Marketing, Processing, and Microbiological Aspects pode ser lido em: www.mdpi.com/2304-8158/12/11/2259.
5 sinais apresentados por pessoas superdotadas
Veja a lista
Somente no Brasil, foram contabilizadas 2,6 mil pessoas por associação presente em 100 países
Por O Tempo Publicado em 10 de agosto de 2023 | 05h00 - Atualizado em 9 de agosto de 2023 | 21h08

Dia Mundial da Superdotação é comemorado do dia 10 de agosto — Foto: Freepik
Pessoas com capacidade intelectual acima da média são conhecidas como superdotadas e, embora não seja tão comum - somente no Brasil, foram contabilizadas 2,6 mil pessoas - há sinais que indicam a possibilidade de ser uma pessoa superinteligente além do teste formal.
A associação Mensa reúne pessoas superdotadas em 100 países e tem como objetivo ajudar a identificá-las e fomentar a inteligência em prol da sociedade. Em relato recente, o grupo divulgou aspectos que ajudam no reconhecimento de pessoas superdotadas.
Cinco sinais de pessoas superinteligentesRaciocínio rápido para resolver problemas.
Boa memória de longo prazo: capta as informações e as recupera com facilidade quando necessário (lembra-se de nomes ou rostos de pessoas que não vê há muito tempo, datas históricas, imagens, números etc.).
Boa memória operacional: capta e processa diferentes tipos de informações ao mesmo tempo.
Consegue diferenciar sons e visualizar detalhes em imagens com muita facilidade.
Rápida curva de aprendizado, apresentando habilidades avançadas para a sua idade cronológica: crianças que aprendem a ler aos 3 anos ou antes; crianças que conseguem compor uma música sem nunca ter estudado para isso etc.
Somente no Brasil, foram contabilizadas 2,6 mil pessoas por associação presente em 100 países
Por O Tempo Publicado em 10 de agosto de 2023 | 05h00 - Atualizado em 9 de agosto de 2023 | 21h08

Dia Mundial da Superdotação é comemorado do dia 10 de agosto — Foto: Freepik
Pessoas com capacidade intelectual acima da média são conhecidas como superdotadas e, embora não seja tão comum - somente no Brasil, foram contabilizadas 2,6 mil pessoas - há sinais que indicam a possibilidade de ser uma pessoa superinteligente além do teste formal.
A associação Mensa reúne pessoas superdotadas em 100 países e tem como objetivo ajudar a identificá-las e fomentar a inteligência em prol da sociedade. Em relato recente, o grupo divulgou aspectos que ajudam no reconhecimento de pessoas superdotadas.
Cinco sinais de pessoas superinteligentesRaciocínio rápido para resolver problemas.
Boa memória de longo prazo: capta as informações e as recupera com facilidade quando necessário (lembra-se de nomes ou rostos de pessoas que não vê há muito tempo, datas históricas, imagens, números etc.).
Boa memória operacional: capta e processa diferentes tipos de informações ao mesmo tempo.
Consegue diferenciar sons e visualizar detalhes em imagens com muita facilidade.
Rápida curva de aprendizado, apresentando habilidades avançadas para a sua idade cronológica: crianças que aprendem a ler aos 3 anos ou antes; crianças que conseguem compor uma música sem nunca ter estudado para isso etc.
Teste contribui com identificação
Para averiguação correta, no entanto, aconselha-se que seja feito um exame formal, que pode ser feito em qualquer idade. Recentemente, a médica Elodia Avila descobriu, aos 57 anos de idade, que era superinteligente. O resultado final do teste de QI feito por ela foi de 141 pontos, que indica que ela faz parte de 0,01% da população a alcançar essa nota.
"Eu fiz o teste de QI, mas acabei não dando muita atenção a ele, no entanto, recentemente ao buscar saber mais sobre a alta inteligência e sociedades de alto QI, pude ter a dimensão dessa pontuação e, desde então, passei a buscar saber mais sobre a superdotação para utilizá-la na minha vida profissional”, contou Elodia.
Para averiguação correta, no entanto, aconselha-se que seja feito um exame formal, que pode ser feito em qualquer idade. Recentemente, a médica Elodia Avila descobriu, aos 57 anos de idade, que era superinteligente. O resultado final do teste de QI feito por ela foi de 141 pontos, que indica que ela faz parte de 0,01% da população a alcançar essa nota.
"Eu fiz o teste de QI, mas acabei não dando muita atenção a ele, no entanto, recentemente ao buscar saber mais sobre a alta inteligência e sociedades de alto QI, pude ter a dimensão dessa pontuação e, desde então, passei a buscar saber mais sobre a superdotação para utilizá-la na minha vida profissional”, contou Elodia.
Fonte O Tempo
Qual a quantidade ideal de passos por dia? Menos da metade do que a ciência pensou até hoje; veja os números
Qual a quantidade ideal de passos por dia? Menos da metade do que a ciência pensou até hoje; veja os números
Maior trabalho sobre o tema aponta que 2.337 passos diários já é suficiente para se observar uma diminuição na mortalidade, mas reforça que quanto mais, melhor
Por O Globo — Rio de Janeiro-09/08/2023 10h56 Atualizado há um dia
Estudos apontam que para manter a saúde é preciso dar cerca de 10 mil passos por dia — Foto: Pexels
É comum ouvir recomendações que mencionam um mínimo de 10 mil passos por dia para se manter saudável, orientação inclusive preconizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Porém, mesmo aqueles que não atingem a meta – e nem a metade dela – já garantem uma redução no risco de morte. É o que mostra um novo estudo, publicado nesta quarta-feira no periódico European Journal of Preventive Cardiology.
“Nossa análise indica que apenas 4.000 passos por dia são necessários para reduzir significativamente as mortes por qualquer causa, e menos ainda é preciso para reduzir as mortes considerando apenas doenças cardiovasculares”, diz Maciej Banach, professor de Cardiologia na Universidade Médica de Lodz, na Polônia, primeiro autor do estudo, em comunicado.
De forma mais precisa, o mais amplo trabalho já feito sobre o tema mostrou que o caminhar um total de 2.2337 passos por dia foi suficiente para se observar um menor risco de óbito por doenças cardiovasculares. Entre aqueles que alcançaram ao menos 3.967 passos, a redução foi constatada nas mortes por todas as causas.
Além disso, a avaliação, que analisou dados de 226.889 pessoas acompanhadas por 17 estudos durante aproximadamente sete anos, também confirma que quanto mais passos a pessoa der, maiores são os benefícios. A partir dos cerca de 4 mil passos, cada 500 extras foram associados a uma redução de mais 7% no risco de morte, e a cada mil, de 15%.
Os pesquisadores afirmam que não foi encontrado um limite em relação aos efeitos positivos para a saúde. Mesmo pessoas acompanhadas pelo estudo que caminhavam até 20 mil passos por dia viam a redução na mortalidade diminuir de forma proporcional à quantidade.
"Nosso estudo confirma que quanto mais você anda, melhor. Descobrimos que isso se aplica a homens e mulheres, independentemente da idade e independentemente de você viver em uma região temperada, subtropical ou subpolar do mundo, ou em uma região com uma mistura de climas”, destaca Banach.
Ainda assim, os responsáveis ressaltam que o benefício é ligeiramente maior entre aqueles com menos de 60 anos. Com base nos dados disponíveis, observaram que, entre os idosos, caminhar de 6 a 10 mil passos por dia foi ligado a uma redução de 42% no risco de morte. Já entre os abaixo de 60, o percentual associado a um total entre 7 e 13 mil passos foi de 49%.
Maior trabalho sobre o tema aponta que 2.337 passos diários já é suficiente para se observar uma diminuição na mortalidade, mas reforça que quanto mais, melhor
Por O Globo — Rio de Janeiro-09/08/2023 10h56 Atualizado há um dia
Estudos apontam que para manter a saúde é preciso dar cerca de 10 mil passos por dia — Foto: PexelsÉ comum ouvir recomendações que mencionam um mínimo de 10 mil passos por dia para se manter saudável, orientação inclusive preconizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Porém, mesmo aqueles que não atingem a meta – e nem a metade dela – já garantem uma redução no risco de morte. É o que mostra um novo estudo, publicado nesta quarta-feira no periódico European Journal of Preventive Cardiology.
“Nossa análise indica que apenas 4.000 passos por dia são necessários para reduzir significativamente as mortes por qualquer causa, e menos ainda é preciso para reduzir as mortes considerando apenas doenças cardiovasculares”, diz Maciej Banach, professor de Cardiologia na Universidade Médica de Lodz, na Polônia, primeiro autor do estudo, em comunicado.
De forma mais precisa, o mais amplo trabalho já feito sobre o tema mostrou que o caminhar um total de 2.2337 passos por dia foi suficiente para se observar um menor risco de óbito por doenças cardiovasculares. Entre aqueles que alcançaram ao menos 3.967 passos, a redução foi constatada nas mortes por todas as causas.
Além disso, a avaliação, que analisou dados de 226.889 pessoas acompanhadas por 17 estudos durante aproximadamente sete anos, também confirma que quanto mais passos a pessoa der, maiores são os benefícios. A partir dos cerca de 4 mil passos, cada 500 extras foram associados a uma redução de mais 7% no risco de morte, e a cada mil, de 15%.
Os pesquisadores afirmam que não foi encontrado um limite em relação aos efeitos positivos para a saúde. Mesmo pessoas acompanhadas pelo estudo que caminhavam até 20 mil passos por dia viam a redução na mortalidade diminuir de forma proporcional à quantidade.
"Nosso estudo confirma que quanto mais você anda, melhor. Descobrimos que isso se aplica a homens e mulheres, independentemente da idade e independentemente de você viver em uma região temperada, subtropical ou subpolar do mundo, ou em uma região com uma mistura de climas”, destaca Banach.
Ainda assim, os responsáveis ressaltam que o benefício é ligeiramente maior entre aqueles com menos de 60 anos. Com base nos dados disponíveis, observaram que, entre os idosos, caminhar de 6 a 10 mil passos por dia foi ligado a uma redução de 42% no risco de morte. Já entre os abaixo de 60, o percentual associado a um total entre 7 e 13 mil passos foi de 49%.
Fonte: O Globo
quinta-feira, 2 de agosto de 2018
Brasil enfrenta endemia de esquistossomose
Associada a saneamento precário, esquistossomose é típica do país
Brasil está entre os 78 países em que a doença permanece endêmica; região Nordeste e Minas Gerais apresentam a maior incidência
Da Agência Brasil-01/08/2018 - 17H07 (ATUALIZADO EM 01/08/2018 - 19H13)

Pessoas que vivem em áreas sem saneamento estão mais sujeitas à contaminaçãoAgência Brasil
Com 1,5 milhão de pessoas vivendo em áreas com risco de contrair esquistossomose, de acordo com dados do Ministério da Saúde, o Brasil está em situação intermediária entre os 78 países em que a doença permanece endêmica e mostra mais de 60% da população sem acesso a esgotamento sanitário.
“Isso é inaceitável para um país do porte do Brasil e com o nível de desenvolvimento que tem”, disse à Agência Brasil o relator Especial do Direito Humano à Água e ao Esgotamento Sanitário das Nações Unidas (ONU), Léo Heller, também pesquisador do Instituto René Rachou (Fiocruz Minas). Heller participa, no Rio de Janeiro, da 15ª edição do Simpósio Internacional sobre Esquistossomose, que começa nesta quarta-feira (1º) e vai até sexta-feira (3).
A esquistossomose é causada pela infecção por vermes parasitas de água doce e está relacionada ao tratamento de água e esgoto. É considerada a segunda doença parasitária mais devastadora socioeconomicamente do mundo, atrás apenas da malária. No Brasil, há maior incidência na região Nordeste e no estado de Minas Gerais.
Segundo Heller, o chamado controle ambiental da doença pode evitar que as pessoas, em especial as camadas mais pobres da população, contraiam a esquistossomose. “Intervenções no ambiente, impedindo a ocorrência dos criadouros e também dando condição às pessoas para que não tenham necessidade de acesso a cursos d’água, eu defendo como soluções permanentes de largo alcance e com grande efetividade”, manifestou o pesquisador.
De acordo com o pesquisador, estudos mostram que quando há intervenção em esgotos, impedindo que esses tenham acesso a cursos d’água, ocorre uma interrupção de parte do ciclo de transmissão das doenças, esquistossomose principalmente. Quando existe também uma provisão de água adequada nas casas, as pessoas deixam de ter necessidade de ir aos cursos d’água, evitando um dos motivos da contaminação. “Há estudos que mostram que ambas as intervenções em água e esgoto têm efeito positivo no controle da esquistossomose”.
Ele ressalta que os serviços devem ser prestados com base nos princípios dos direitos humanos, ou seja, em igualdade de condições, sem discriminação. Heller disse ter visto muita discriminação pelos países que visitou. “As populações que não têm serviço são em geral as mais pobres, estão na zona rural, vivem nas favelas, famílias em que a mulher é o chefe da família. São justamente populações mais vulneráveis, que não têm acesso a esse serviço e vão ter risco de desenvolver não apenas esquistossomose, mas um conjunto de outras doenças, porque já são excluídos de outros serviços”, lamentou.
Na Índia, disse que a situação é muito preocupante, “certamente, pior que a do Brasil”. Em muitos lugares, a população defeca a céu aberto, uma vez que as casas não têm banheiro. “Isso, para a esquistossomose é um risco muito grande”.
Os 48 países de mais baixo desenvolvimento econômico mostram a situação pior; a maioria está na África Subsaariana e, na América Latina, o destaque negativo é o Haiti. Mesmo nas áreas urbanas, o acesso à água e esgoto é muito baixo. Em países mais desenvolvidos, a situação está mais bem resolvida, mas ainda há carência. Um exemplo é Portugal, apontou Heller.
Em relação ao abastecimento de água, a situação é melhor. O Plano Nacional de Saneamento Básico, que foi publicado em 2013, mostrou 40% da população do Brasil sem acesso adequado ao abastecimento de água.
Para Heller, se ações não forem adotadas urgentemente, o Brasil não vai cumprir a meta de universalização do acesso à água e esgoto. “Universal significa não apenas nas casas, mas também nas escolas, nos hospitais, nas prisões, nos espaços públicos, em todas as instituições em que as pessoas estão fora da casa e com nível de qualidade do serviço bastante exigente”, indicou o pesquisador.
Também presidente do 15º Simpósio Internacional sobre Esquistossomose, Tereza disse que nenhuma medida isolada pode interromper a transmissão da doença. O combate à esquistossomose envolve o desenvolvimento de vacinas, de medicamentos mais eficazes, de métodos diagnósticos mais sensíveis, entre outros elementos.
Da Agência Brasil-01/08/2018 - 17H07 (ATUALIZADO EM 01/08/2018 - 19H13)
Pessoas que vivem em áreas sem saneamento estão mais sujeitas à contaminaçãoAgência Brasil
Com 1,5 milhão de pessoas vivendo em áreas com risco de contrair esquistossomose, de acordo com dados do Ministério da Saúde, o Brasil está em situação intermediária entre os 78 países em que a doença permanece endêmica e mostra mais de 60% da população sem acesso a esgotamento sanitário.
“Isso é inaceitável para um país do porte do Brasil e com o nível de desenvolvimento que tem”, disse à Agência Brasil o relator Especial do Direito Humano à Água e ao Esgotamento Sanitário das Nações Unidas (ONU), Léo Heller, também pesquisador do Instituto René Rachou (Fiocruz Minas). Heller participa, no Rio de Janeiro, da 15ª edição do Simpósio Internacional sobre Esquistossomose, que começa nesta quarta-feira (1º) e vai até sexta-feira (3).
A esquistossomose é causada pela infecção por vermes parasitas de água doce e está relacionada ao tratamento de água e esgoto. É considerada a segunda doença parasitária mais devastadora socioeconomicamente do mundo, atrás apenas da malária. No Brasil, há maior incidência na região Nordeste e no estado de Minas Gerais.
Controle ambiental
Segundo Heller, o chamado controle ambiental da doença pode evitar que as pessoas, em especial as camadas mais pobres da população, contraiam a esquistossomose. “Intervenções no ambiente, impedindo a ocorrência dos criadouros e também dando condição às pessoas para que não tenham necessidade de acesso a cursos d’água, eu defendo como soluções permanentes de largo alcance e com grande efetividade”, manifestou o pesquisador.
De acordo com o pesquisador, estudos mostram que quando há intervenção em esgotos, impedindo que esses tenham acesso a cursos d’água, ocorre uma interrupção de parte do ciclo de transmissão das doenças, esquistossomose principalmente. Quando existe também uma provisão de água adequada nas casas, as pessoas deixam de ter necessidade de ir aos cursos d’água, evitando um dos motivos da contaminação. “Há estudos que mostram que ambas as intervenções em água e esgoto têm efeito positivo no controle da esquistossomose”.
Planejamento
Para Heller, é importante que haja planejamento de longo prazo, além de investimento público nesse setor. “Não há registro na maioria dos países de situações em que se universalizou o acesso sem forte investimento público”.Ele ressalta que os serviços devem ser prestados com base nos princípios dos direitos humanos, ou seja, em igualdade de condições, sem discriminação. Heller disse ter visto muita discriminação pelos países que visitou. “As populações que não têm serviço são em geral as mais pobres, estão na zona rural, vivem nas favelas, famílias em que a mulher é o chefe da família. São justamente populações mais vulneráveis, que não têm acesso a esse serviço e vão ter risco de desenvolver não apenas esquistossomose, mas um conjunto de outras doenças, porque já são excluídos de outros serviços”, lamentou.
Situação intermediária
O Brasil está em uma situação intermediária, mas para entrar no grupo dos 20 países mais desenvolvidos (G20), terá que resolver o problema do saneamento básico.Na Índia, disse que a situação é muito preocupante, “certamente, pior que a do Brasil”. Em muitos lugares, a população defeca a céu aberto, uma vez que as casas não têm banheiro. “Isso, para a esquistossomose é um risco muito grande”.
Os 48 países de mais baixo desenvolvimento econômico mostram a situação pior; a maioria está na África Subsaariana e, na América Latina, o destaque negativo é o Haiti. Mesmo nas áreas urbanas, o acesso à água e esgoto é muito baixo. Em países mais desenvolvidos, a situação está mais bem resolvida, mas ainda há carência. Um exemplo é Portugal, apontou Heller.
Universalização
Léo Heller disse que a universalização do saneamento básico deveria ser prioridade dos governos. No último relatório que monitora o cumprimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU e estabelece uma linha de base para o monitoramento nos próximos 15 anos, o Brasil aparece com mais de 60% da população sem acesso adequado a esgotamento sanitário. Na avaliação do relator da ONU, isso comprova que essa agenda é negligenciada pelos governos brasileiros.Em relação ao abastecimento de água, a situação é melhor. O Plano Nacional de Saneamento Básico, que foi publicado em 2013, mostrou 40% da população do Brasil sem acesso adequado ao abastecimento de água.
Para Heller, se ações não forem adotadas urgentemente, o Brasil não vai cumprir a meta de universalização do acesso à água e esgoto. “Universal significa não apenas nas casas, mas também nas escolas, nos hospitais, nas prisões, nos espaços públicos, em todas as instituições em que as pessoas estão fora da casa e com nível de qualidade do serviço bastante exigente”, indicou o pesquisador.
Interação
A pesquisadora do Laboratório de Educação em Ambiente e Saúde do Instituto Oswaldo Cruz (IOC), Tereza Favre, assegurou que a eliminação da esquistossomose no Brasil exige a colaboração estreita de grupos de pesquisa de diferentes áreas.Também presidente do 15º Simpósio Internacional sobre Esquistossomose, Tereza disse que nenhuma medida isolada pode interromper a transmissão da doença. O combate à esquistossomose envolve o desenvolvimento de vacinas, de medicamentos mais eficazes, de métodos diagnósticos mais sensíveis, entre outros elementos.
Fonte: R7
terça-feira, 24 de julho de 2018
Florais de Bach na Depressão, Ansiedade, Síndrome do pânico e medo
Florais de Bach na Depressão, Ansiedade, Síndrome do pânico e medo
Um estudo de caso de tratamento de uma pessoa portadora de síndrome do pânico, com tratamento pela medicina tradicional e o uso de florais de Bach para síndrome do pânico, como terapia complementar.
Rock Rose
Relato de caso
Uma jovem, de 22 anos, solteira, apresentou-se ao consultório relatando síndrome do pânico e agorafobia. Já estava fazendo uso de medicação e acompanhamento psiquiátrico há dois anos, com uma pequena melhora, mas as crises ainda persistiam.
Durante a consulta, ela relatou que tinha de duas a três crises de pânico por semana. Durante os ataques, ficava sentada em um canto de seu quarto, sem se mexer. Apavorada, tomada um benzodiazepínico sublingual e o terror diminuía lentamente. Fazia uso de um antidepressivo, que tomava no café da manhã, o benzodiazepínico em gotas ao deitar, e o mesmo medicamento, como comprimido, era utilizado de forma sublingual durante os ataques de pânico.
Durante as visitas ao psiquiatra, também era um motivo para um medo intenso, mas logo passava ao adentrar o consultório, pois o médico era experiente e confortante. Durante a consulta, ela sentia-se em paz e segura. O problema era relatado antes da consulta e após, pois o consultório era muito próximo ao Metrô, em São Paulo, e havia muito medo desse tipo de transporte. Como seu pai não possuía automóvel, ele a acompanhava de Metrô, que a proporcionara certo alívio.
No consultório de terapia floral, disse-me que não houve medo, pois ela foi indicada por uma amiga, que lhe explicara que o profissional não era um médico, mas sim um terapeuta que lhe recomendaria os tais florais de Bach para síndrome do pânico, não havendo nenhum perigo nisso. [Logicamente, não há florais para tratar doenças específicas, como florais de Bach para síndrome do pânico, ansiedade ou qualquer outro problema, os florais de Bach tratam a pessoa, e não a doença. Como casa ser humano é um ente único e exclusivo no mundo, devemos tratá-lo com o máximo de individualidade e ouvi-lo com todo cuidado.] Havia um indicio claro do receio de adentrar num consultório médico de qualquer natureza. Durante a anamnese, foi perguntado o que a deixava com medo além de embarcar em trens. A moça comentou que jamais passa em frente a um hospital, pronto-socorro e/ou postos de saúde.
A moça relatou, que sua vida era absolutamente normal, e que os ataques de pânico somente começaram após um traumatizante acidente com uma amiga. Ela foi atropelada e morreu no hospital alguns dias após o fato.
Depois do ocorrido, além dos ataques de pânico, ela apresentava arritmias cardíacas, tremor nos braços, mãos e abdome, oscilações em sua pressão arterial, entre outros. A jovem também tinha certeza que estava doente. Visitou o cardiologista, que fez a solicitação de uma bateria de exames, todos sem alteração alguma. Foi também ao neurologista, que descartou qualquer tipo de doença orgânica. Seus sintomas continuaram e ela manteve-se apenas com o psiquiatra.
Somente foi possível perceber o fundo de seu problema, após três sessões. Na verdade, o que a aterrorizou, não foi o fato de perder a amiga, mas de ver o corpo dela sendo “enterrado”. Como ela própria relatou: “jogar aquela terra em cima da gente, me deixa simplesmente pálida e apavorada”.
A partir desse momento, foi mais clara a causa de seu problema, e desta forma, indicar os florais de Bach ideais para esta situação de vida.
Vê-se que muitas vezes, na maioria das doenças, principalmente de foro psiquiátrico, há um sentimento íntimo, de fundo, que muitas vezes a pessoa tem medo de comentar. Muitas pessoas dizem a seus terapeutas: “não consigo falar isto para mim mesmo diante do espelho, imagine par o senhor”. Mas é exatamente esse problema de fundo, que muitas vezes está a solução para o problema, por mais difícil que seja.
Voltando ao caso estudado, a jovem começou a tomar os florais de Bach, concomitantemente com a medicação prescrita pelo médico, que jamais deverá ser diminuída ou suspensa sem o consentimento dele. Logo na semana seguinte, ela enviou-me um e-mail relatando melhora, disposição e vontade de fazer as coisas.
Após três meses de terapia, a moça retornou ao consultório relatando que arrumou um namorado, retornou aos estudos aos poucos e já estava a procura de um novo trabalho.
Percebe-se sempre, que na maioria dos casos, quando se integra com a medicina tradicional, “unindo forças”, a melhora é sutil e gradual, mas com bastante consistência.
Tags: florais de Bach para síndrome do pânico, florais de Bach para pânico, florais para síndrome do pânico, florais para pânico.
Autor/Fonte: Daniel Covolo Mazzo – Terapeuta floral de Bach
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segunda-feira, 23 de julho de 2018
Quimioterapia: pele exige cuidados extras
Quimioterapia: pele exige cuidados extras
É possível tomar sol durante o tratamento. Veja as dicasPaula Stange, Publicado em 21/07/2018 às 07h30 -Atualizado em 21/07/2018 às 07h31

A apresentadora Ana Furtado: o tratamento contra o câncer não a impediu de curtir as férias na praia
Foto: Reprodução/Instagram de Ana Furtado
Em tratamento contra um câncer de mama, descoberto em junho, a atriz e apresentadora Ana Furtado não está abrindo mão de alguns prazeres por causa da doença. Ao contrário, foi curtir uns dias com a família na praia, como mostrou, toda animada, em sua rede social.
Mas alguns fãs da artista demonstraram preocupação com Ana, por causa da exposição ao sol. Ela logo tranquilizou a todos: “Esses foram os 10 minutos de sol e mar mais maravilhosos e intensos da minha vida! Para quem ficou preocupado com a minha exposição solar, quero dizer que estou sendo orientada pelos meus médicos, ficando no máximo 15 minutos no sol por dia, com protetor em um horário adequado”, comentou.
O sol, da fato, não é muito indicado para quem faz quimioterapia, método para destruir as células cancerosas no organismo ou impedir que elas aumentem. Porém, ele não está totalmente proibido.
A pele, segundo ela, fica mais sensível durante a quimioterapia e pode manchar com o sol. “Por isso, a pessoa deve usar filtro solar; roupas adequadas, de preferência com fator de proteção; chapéu; óculos etc”.
Outro efeito colateral da terapia contra o câncer é que ela deixa a pele mais ressecada. “É por causa dos medicamentos. Há mais chance de sofrer coceiras, descamação. A orientação é usar bons cremes hidratantes e beber bastante líquido”, afirma a médica.
Além de investir na hidratação, a dermatologista Marciane Bertoli sugere ainda evitar tomar banho quente e usar perfumes e desodorantes que podem irritar ainda mais a pele. “Como a pele está mais frágil, se barbear ou raspar a perna ou virilha, por exemplo, pode causar feridas de difícil cicatrização”, destaca.
Os cabelos, tão afetados nessa fase, também precisam de uma atenção especial. “Os agentes quimioterápicos podem fazer o cabelo cair, o que é algo estigmatizante”, diz Marciane.
A vaidade não precisa ficar de lado. “A pessoa pode até fazer alguns tratamentos estéticos durante a quimioterapia, mas nada muito agressivo, que use ácidos, por exemplo. Podemos indicar vitaminas que fortaleçam cabelos e unhas. Tudo o que pude fazer para ajudá-la a ficar mais confortável, feliz e confiante é válido”, comenta Ingrid Sassine.
Com moderação
O sol não é proibido durante o tratamento quimioterápico, desde que em pequenas doses diárias e com proteção (filtro solar, roupas e chapéus com FPS, óculos)
Certos tratamentos estéticos que não sejam agressivos, nem tenham ácidos em sua composição estão liberados. Uma simples limpeza de pele pode gerar inflamação em uma pessoa que já está com imunidade baixa. Se for à manicure, deve-se evitar tirar a cutícula para não correr risco de infecção
A tecnologia pode ajudar a minimizar a queda dos fios. A chamada “touca gelada” evita que o remédio atinja os folículos capilares
São indicadas vitaminas que ajudem a fortalecer unhas, pele e cabelos. Hidratação é essencial
Em tratamento contra um câncer de mama, descoberto em junho, a atriz e apresentadora Ana Furtado não está abrindo mão de alguns prazeres por causa da doença. Ao contrário, foi curtir uns dias com a família na praia, como mostrou, toda animada, em sua rede social.
Mas alguns fãs da artista demonstraram preocupação com Ana, por causa da exposição ao sol. Ela logo tranquilizou a todos: “Esses foram os 10 minutos de sol e mar mais maravilhosos e intensos da minha vida! Para quem ficou preocupado com a minha exposição solar, quero dizer que estou sendo orientada pelos meus médicos, ficando no máximo 15 minutos no sol por dia, com protetor em um horário adequado”, comentou.
O sol, da fato, não é muito indicado para quem faz quimioterapia, método para destruir as células cancerosas no organismo ou impedir que elas aumentem. Porém, ele não está totalmente proibido.
SEM MEDO
“Realmente, a exposição ao sol não é muito recomendada. Mas tomando os cuidados, o paciente deve tentar levar uma vida normal. Não pode ter esse medo. Até porque um banho de mar ou piscina podem trazer bem-estar, o que influencia muito no tratamento, na parte emocional”, observa a dermatologista Ingrid Zon Sassine, que atua no serviço de Oncologia.A pele, segundo ela, fica mais sensível durante a quimioterapia e pode manchar com o sol. “Por isso, a pessoa deve usar filtro solar; roupas adequadas, de preferência com fator de proteção; chapéu; óculos etc”.
Outro efeito colateral da terapia contra o câncer é que ela deixa a pele mais ressecada. “É por causa dos medicamentos. Há mais chance de sofrer coceiras, descamação. A orientação é usar bons cremes hidratantes e beber bastante líquido”, afirma a médica.
Além de investir na hidratação, a dermatologista Marciane Bertoli sugere ainda evitar tomar banho quente e usar perfumes e desodorantes que podem irritar ainda mais a pele. “Como a pele está mais frágil, se barbear ou raspar a perna ou virilha, por exemplo, pode causar feridas de difícil cicatrização”, destaca.
Os cabelos, tão afetados nessa fase, também precisam de uma atenção especial. “Os agentes quimioterápicos podem fazer o cabelo cair, o que é algo estigmatizante”, diz Marciane.
TECNOLOGIA
A tecnologia, aponta, pode ajudar a aliviar esse problema. Um exemplo é a chamada “touca gelada”, recurso que a Ana Furtado tem usado. “É uma touca hipotérmica, que faz um resfriamento do couro cabeludo, diminuindo o fluxo sanguíneo na região e evitando que o medicamento atinja os folículos capilares. Isso diminui muito a queda. Mas não é indicada para alguns os tipos de câncer, como os da corrente sanguínea, como a leucemia”.A vaidade não precisa ficar de lado. “A pessoa pode até fazer alguns tratamentos estéticos durante a quimioterapia, mas nada muito agressivo, que use ácidos, por exemplo. Podemos indicar vitaminas que fortaleçam cabelos e unhas. Tudo o que pude fazer para ajudá-la a ficar mais confortável, feliz e confiante é válido”, comenta Ingrid Sassine.
DICAS
Com moderação
O sol não é proibido durante o tratamento quimioterápico, desde que em pequenas doses diárias e com proteção (filtro solar, roupas e chapéus com FPS, óculos)
Vaidade sim
Certos tratamentos estéticos que não sejam agressivos, nem tenham ácidos em sua composição estão liberados. Uma simples limpeza de pele pode gerar inflamação em uma pessoa que já está com imunidade baixa. Se for à manicure, deve-se evitar tirar a cutícula para não correr risco de infecção
Cabelos
A tecnologia pode ajudar a minimizar a queda dos fios. A chamada “touca gelada” evita que o remédio atinja os folículos capilares
Vitaminas
São indicadas vitaminas que ajudem a fortalecer unhas, pele e cabelos. Hidratação é essencial
Fonte:https://www.gazetaonline.com.br/bem_estar_e_saude/2018/07/quimioterapia-pele-exige-cuidados-extras-1014140738.html
O que acontece com o seu corpo quando você para de fumar?
O que acontece com o seu corpo quando você para de fumar?
Você já sabe: o cigarro faz MUITO mal à saúde. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o Brasil registra cerca de 156 mil mortes ao ano causadas pelo tabagismo: são 428 pessoas por dia! Isso representa 12,6% de todas as mortes registradas no país.Por Angélica Banhara
Segunda, 23 julho 2018, às 05:18

Fumar é segunda principal causa de doenças cardiovasculares, a enfermidade que mais mata no mundo. Além disso, o cigarro causa 85% das doenças pulmonares crônicas e 30% de todos os cânceres. Pra completar, o fumante perde aproximadamente sete anos de vida em comparação com um não fumante.
“O cigarro é o único produto vendido livremente nas prateleiras que vai matar 60% dos seus consumidores. Apesar da prevalência do tabagismo estar diminuindo no Brasil, como resultado das inúmeras ações anti-tabaco promovidas pelo Ministério da Saúde, o cigarro ainda é um dos principais fatores de risco para as doenças pulmonares, cardiovasculares e câncer, dentre outras”, diz o médico Luiz Fernando Sella, endocrinologista, especialista em Medicina de Estilo de Vida e diretor médico do Rituaali Clínica & Spa, em Penedo (RJ).
Se você já tentou parar de fumar e não conseguiu, não desista. Tente novamente. A maioria dos ex-fumantes só conseguiu parar depois de algumas tentativas. Dr. Luiz Fernando aponta, a seguir, o que acontece com o organismo de quem deixa de fumar. São motivos de sobra para resistir à vontade de dar o primeiro trago.
Após 20 minutos: sua pressão arterial e pulsação voltam ao normal. Seu nível de oxigênio no sangue aumenta.
Após 24 horas: seus pulmões começam a desintoxicar.
Após 48 horas: seu paladar e olfato estarão funcionando melhor. Não há mais nicotina em seu corpo.
Após 72 horas: sua respiração fica mais fácil. Os tubos bronquiais começam a relaxar e você começa a ter mais energia.
Após 2 semanas: os sintomas negativos de abstinência e os efeitos colaterais começam a desaparecer, sua circulação melhora e seus pulmões começam a cicatrizar de fato. Andar e correr se tornam muito mais fácil.
Após 3 a 9 meses: tosse, chiado e problemas respiratórios diminuem. A capacidade pulmonar aumenta em 10% e seu condicionamento físico melhora.
Após 1 ano: esse é um marco muito importante! O risco de você ter alguma doença do coração agora é metade do risco que um fumante tem.
Após 2 anos: o risco de recaídas diminui e a chance de você parar definitivamente aumenta muito após o segundo ano.
Após 5 anos: o risco de um acidente vascular cerebral (AVC) é reduzido ao nível de alguém que nunca fumou.
Após 10 anos: o risco de câncer de pulmão é 50% menor do que o risco das pessoas que continuam fumando, quase o risco de alguém que nunca fumou. O risco de câncer de boca, garganta, esôfago, bexiga, rins e pâncreas também diminui, assim como o risco de úlceras.
Após 15 anos: o risco de doenças do coração e de morte associada ao fumo agora retorna quase ao nível de pessoas que nunca fumaram.
Convencido a parar de fumar? Imprima, cole na geladeira, copie e cole no bloco de notas do seu celular. O importante é você ter em mente os benefícios para o seu organismo.
Fonte: https://www.metrojornal.com.br/colunistas/2018/07/23/o-que-acontece-com-o-seu-corpo-quando-voce-para-de-fumar.html
Estudo aponta que depressão pode desencadear artrite reumatoide
Estudo aponta que depressão pode desencadear artrite reumatoide
A depressão não seria apenas uma consequência da doença, mas um gatilho para o seu surgimento
Por Maria Tereza Santos
22 jul 2018, 13h56 - Publicado em 22 jul 2018, 13h55

Depressão pode provocar surgimento da artrite reumatóide, diz estudo (Foto: Alex Silva/A2 Estúdio)
De acordo a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), a artrite reumatoideatinge cerca de 2 milhões de pessoas no Brasil. E, entre todo esse pessoal, não é incomum que a depressão acabe dando as caras. Só que a tristeza profunda, além de consequência, pode ser um gatilho para essa doença autoimune que atinge as articulações.
Em um estudo da Universidade de Calgary, no Canadá, pesquisadores analisaram dados de 403 932 indivíduos com depressão e de 5 339 399 sem a enfermidade, que passaram pelo sistema de saúde do Reino Unido entre 1986 e 2012. Eles concluíram, então, que 0,54% dos pacientes depressivos (2 192) desenvolveram artrite reumatoide ao longo desse tempo. Por outro lado, 0,45% do grupo sem o transtorno psiquiátrico (24 021) manifestou o problema nas juntas.
Dito de outra de forma, a depressão aumentou em 38% a probabilidade de a artrite reumatoide aparecer. Mas veja só: o uso de antidepressivos minimizou esse risco, sugerindo que, de fato, há uma relação de causa e efeito.
Por que a depressão pode se tornar um gatilho
Esse quadro psiquiátrico gera várias alterações no organismo. Uma é aumentar a concentração de uma substância inflamatória batizada de fator de necrose tumoral alfa, que desempenha um importante papel no desenvolvimento da artrite reumatoide.
De acordo com Licia Maria Henrique da Mota, reumatologista do Hospital Universitário de Brasília (HUB), é comum observar o início de doenças autoimunes como essa após um período de estresse causado, por exemplo, por grandes perdas, mortes na família ou mudanças de status econômico. “O surgimento da artrite reumatoide pode ser provocado por fatores ambientais, genéticos, hormonais e também emocionais”, enumera.
Segundo ela, é importante que o médico dê atenção à saúde mental do paciente e indique acompanhamento psicológico, se necessário. “O reumatologista lida com dores físicas relacionadas às emocionais, que alteram sono e humor. Trabalhando juntamente com outras especialidades, podemos melhorar ainda mais o tratamento”, conclui.
Enfrente a artrite reumatoide para lidar com a depressão
Esses dois problemas parecem realmente estar conectados. Uma pesquisa apresentada no Congresso da Liga Europeia Contra o Reumatismo no mês de junho, em Amsterdã (Holanda), mostrou uma redução significativa nos sintomas de depressão e ansiedade em pacientes submetidos ao tratamento para a artrite reumatoide.
A análise foi conduzida com 848 vítimas dessa doença reumática. Verificou-se que, um ano após o diagnóstico da doença reumática, houve uma diminuição significativa na intensidade de eventuais quadros de ansiedade e depressão. Conclusão: identificar e tratar a artrite reumatoide controla as dores físicas e as emocionais.
22 jul 2018, 13h56 - Publicado em 22 jul 2018, 13h55

Depressão pode provocar surgimento da artrite reumatóide, diz estudo (Foto: Alex Silva/A2 Estúdio)
De acordo a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), a artrite reumatoideatinge cerca de 2 milhões de pessoas no Brasil. E, entre todo esse pessoal, não é incomum que a depressão acabe dando as caras. Só que a tristeza profunda, além de consequência, pode ser um gatilho para essa doença autoimune que atinge as articulações.
Em um estudo da Universidade de Calgary, no Canadá, pesquisadores analisaram dados de 403 932 indivíduos com depressão e de 5 339 399 sem a enfermidade, que passaram pelo sistema de saúde do Reino Unido entre 1986 e 2012. Eles concluíram, então, que 0,54% dos pacientes depressivos (2 192) desenvolveram artrite reumatoide ao longo desse tempo. Por outro lado, 0,45% do grupo sem o transtorno psiquiátrico (24 021) manifestou o problema nas juntas.
Dito de outra de forma, a depressão aumentou em 38% a probabilidade de a artrite reumatoide aparecer. Mas veja só: o uso de antidepressivos minimizou esse risco, sugerindo que, de fato, há uma relação de causa e efeito.
Por que a depressão pode se tornar um gatilho
Esse quadro psiquiátrico gera várias alterações no organismo. Uma é aumentar a concentração de uma substância inflamatória batizada de fator de necrose tumoral alfa, que desempenha um importante papel no desenvolvimento da artrite reumatoide.
De acordo com Licia Maria Henrique da Mota, reumatologista do Hospital Universitário de Brasília (HUB), é comum observar o início de doenças autoimunes como essa após um período de estresse causado, por exemplo, por grandes perdas, mortes na família ou mudanças de status econômico. “O surgimento da artrite reumatoide pode ser provocado por fatores ambientais, genéticos, hormonais e também emocionais”, enumera.
Segundo ela, é importante que o médico dê atenção à saúde mental do paciente e indique acompanhamento psicológico, se necessário. “O reumatologista lida com dores físicas relacionadas às emocionais, que alteram sono e humor. Trabalhando juntamente com outras especialidades, podemos melhorar ainda mais o tratamento”, conclui.
Enfrente a artrite reumatoide para lidar com a depressão
Esses dois problemas parecem realmente estar conectados. Uma pesquisa apresentada no Congresso da Liga Europeia Contra o Reumatismo no mês de junho, em Amsterdã (Holanda), mostrou uma redução significativa nos sintomas de depressão e ansiedade em pacientes submetidos ao tratamento para a artrite reumatoide.
A análise foi conduzida com 848 vítimas dessa doença reumática. Verificou-se que, um ano após o diagnóstico da doença reumática, houve uma diminuição significativa na intensidade de eventuais quadros de ansiedade e depressão. Conclusão: identificar e tratar a artrite reumatoide controla as dores físicas e as emocionais.
Fonte: https://saude.abril.com.br/medicina/estudo-aponta-que-depressao-pode-desencadear-artrite-reumatoide/
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